Artists
I
"Read between the lines
What's fucked up and everything's alright
Check my vital signs
To know I'm still alive and I walk alone"


Le-me e SangraHaveria eu de ser esse poeta que me achas.Le-me e Sangra
Confesso que gostava, gostava que as minhas palavras fossem fortes e cortantes gostava que as minhas palavras fossem armas letais, e eu um assassino invisível e silencioso armado com essas palavras mortais e as usa-se, &nb


Memorias EsquecidasA sombra que a ninguém corresponde, a presença de algo que não está..Memorias Esquecidas
dou contigo de tesoura na mão, a tentar cortar os laços que te une a qualquer coisa.. digo-te apenas que provavelmente há muito que essa corda esticou e rebentou..Definitivamente.
reparo agora que deixas-te de olhar de sentir e mesmo de viver, vejo eu então que se houve coisa perfeita, foi a tua imperfeição em fazer por viver.
Nem um som..Só um!
Pegas agora na tesoura e tentas cortar em ti as memórias do teu passado, mas é tarde.. tarde demais. Essas m


PopulusActus:Populus
I Os Corpos inertes amontoavam-se pelas ruas, decompondo-se atropelados por doenças de uma sociedade infestada.
II O respirar torna-se pesado, enchemos os pulmões de tudo menos de ar, são os problemas dos outros e os nossos, é uma feira da ladra de doenças onde o perigo é rei e a luxúria rainha.. Entre cruzadas sem destino, tropeça-se em corpos desabrigados de conforto, tecto ou acolhimento..Nem um pouco de dó teremos para sequer estender um pouco de nós, só porque não queremos contágio, só porque não queremos ser apenas mais um corpo sem abrigo. Erram-se estradas que antes habi


Escarnio de SociedadeEscárnio de sociedade Demência em si Tectos que não abrangem pessoas sem abrigo. Pontes que não ligam estradas sem destino rios que não correm para oceanos sem maré. Um ar que não se respira Pulmões cheios de nadaEscarnio de Sociedade
Micróbios ancestrais... Ar infestado de mentes conturbadas, é uma sociedade doente.. Sem médico, Sem cura, sem poeta que a descreva..


De Abitus - partes I e II IDe Abitus - partes I e II
há um presságio de necessidade nas faces que passam como numa passerelle pelo meu espelho embaciado por um desconhecido respirar. e de olhos fechados gritam através da boca cosida a frio.
quero. minas de carvão e de ouro que me encham de asas e de olhos de diamantes; quero os gritos das árvores, os abraços das flores - imperatrizes do seu império de pólen e fotossíntese áurea; quero novas naus que arranhem céus, futuros e índias na alma.
quero cruzadas que busquem as entranhas do oceano grand


Reflexoes de uma tesoura IIISentava-se à beira da camaReflexoes de uma tesoura III
(é sempre alguém que habita a terceira pessoa.)
e levava as mãos à cabeça.
(claro, a extensão dos braços não permitia viagens maiores.)
Não há muito mais para dizer depois disto.
(na verdade, há. sempre. uma imensidão de palavras a querer emergir.)
No entanto, permanece sentado à espera que alguém lhe consiga descoser
o lábio superior do inferior e o ensine de novo a movê-los.
(à espera.)
"lembro-me"
- d


indefinidamente sem...as mãos a agarrarem-te o rosto do mundo sem que a pele se estenda e se rasgue as ruas a alargarem-se para que consigas passar por todos os céus que te desenhei sei que disse que nunca houve céu mas se te desenhar um todos os dias podes acreditar nas minhas mentiras toda a vidaindefinidamente sem...
depois sobramo-nos um no outro estendemo-nos no fim um do outro com as noites
a fazerem o ritual e nada mais explícito do que as bocas a morrerem umas nas outras e os corpos a perderem-se
Ai, Tiago Miguel!!!
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m.
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To Know That u loved me is to know that u'll hate me
Que contes muitos, meu puto e que eu te veja crescer.
: )
Abraço e beijo.
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m.
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m.
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To Know That u loved me is to know that u'll hate me
; )
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m.
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